TESTES DOS LIMITES DE TOLERÂNCIA
TESTES DOS LIMITES DE TOLERÂNCIA
TESTES DOS LIMITES DE TOLERÂNCIA DA QUANTIDADE DE AGENTES QUÍMICOS, PROVENIENTE DO PÓ DE TONER, NO AMBIENTE DE TRALHO.

A Paraí tem como um dos seus principais pilares de sustentação o respeito ao consumidor. Desta forma, firmou uma parceira com o SENAI no âmbito do Projeto de Extensionismo Tecnológico para Empresas do Setor de Bens de Capital e executou dentro do Método Adaptado do QGS (Quality Gates System), a contagem da quantidade de agentes químicos resultados do processo de reciclagem de cartuchos de toner, para impressoras laser, com a finalidade de avaliar a eficiência de um de seus principais produtos, a ESTAÇÃO DE TONER.Nos testes realizados, os índices de limites de tolerância da quantidade de mg/m³ são os definidos pela American Conference of Governmental Industrial Hygienists – ACGIH® – http://www.acgih.org/home.htm.
A análise do material foi efetuado pelo conceituado laboratório ENVIRON – http://www.environ.com.br/website/default.asp credenciado pelo AIHA – American International Health Alliance (http://www.aiha.com/en/).
Há quase 10 anos, quando a Paraí começou a reciclar cartuchos toner de impressoras a lazer, observou que as paredes do ambiente de trabalho onde se reciclavam cartuchos, ficavam impregnadas as partículas de pó de toner. Daí veio-nos duas preocupações?
1) Se o pó de toner se acumula na parede, não seria muito maior a quantidade que se acumulava no pulmão de um reciclador que exercia uma ação ativa de inalação sobre o mesmo?
Deve-se ainda observar que o pó de toner, por ser extremamente fino, paira sobre o ambiente de trabalho durante todo o dia e não apenas no momento da reciclagem, daí, as máscaras de uso temporário não serem seguras ao ponto de proteger a saúde do reciclador. A segunda preocupação…
2) Qual o mal que o pó de toner podia causar ao reciclador?
A Paraí pesquisou o assunto, já estudados por entidades de renome mundial, e destaca 3 opiniões:
A SAMSUNG alerta:
“Um cartucho de toner usado ainda contêm alguma quantidade do elemento do toner. A inalação de uma grande porção de toner pode provocar uma doença das vias respiratórias. A sua desmontagem sem o equipamento apropriado (grifo da Paraí) e um ambiente seguro pode fazer com que as poeiras do toner sejam transportadas pelo ar. Depois de estarem no ar, elas podem ser facilmente inaladas e passarem para os pulmões. Como as partículas das poeiras do toner são muito pequenas, elas penetram mais profundamente nos pulmões do que qualquer outro tipo de poeira que normalmente é filtrada do ar conforme respira. É por este motivo que estas poeiras são consideradas perigosas para a saúde humana.”
Universidade de Tecnologia de Queensland da Austrália, se preocupa com o uso da impressora:
“A simples impressora do escritório pode não ser tão inofensiva como parece, podendo danificar pulmões da mesma forma que partículas na fumaça de cigarro. As partículas são tão minúsculas que podem se infiltrar nos pulmões e causar uma série de problemas de saúde, desde uma irritação respiratória até doenças crônicas.”
A Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia e Islândia elaboraram um documento onde estudaram:
“Os princípios ecologicamente corretos para vários grupos de produtos, e possuiam um capítulo dedicado exclusivamente aos cartuchos de toners. Todos os critérios estão baseados na norma ISO 14.024. O capítulo 008/3. 1 Toner Cartridges, que é revisado a cada 2 anos, e identifica o pó de toner como potencialmente cancerígeno, exatamente por causa da irritabilidade nas vias respiratórias, que pode vir a gerar câncer nos pulmões.”
Preocupado com estas perspectivas, a Paraí desenvolveu uma máquina, a ESTAÇÃO DE TONER, cujo projeto industrial coloca o ambiente de trabalho, que tem uma ESTAÇÃO DE TONER, dentro dos LIMITES DE TOLERÂNCIA DA AMERICAN INDUSTRIAL HYGIENE ASSOCIATION – 2008, que é de no máximo 3 mg/m³ a quantidade de partículas de pó de toner em um ambiente de trabalho. A ESTAÇÃO DE TONER da Paraí superou a expectativa quando, com seus processos de exaustão, chegou ao limite de apenas 1,57 mg/m³ .
Desta forma, a limpeza do ambiente de trabalho que visualmente já se verificava (paredes limpas) com a presença de uma máquina ESTAÇÃO DE TONER, ganha agora a credibilidade e certificação técnica, através dos testes altamente especializados que comprovam a eficiência do equipamento da Paraí, que além de dar salubridade ao ambiente de trabalho torna a reciclagem de cartucho muito mais produtiva, eficiente e de melhor qualidade.
Confira em detalhes como foi realizado os testes nos infográficos abaixo:


CONCLUSÃO:
Os números técnicos apresentados no relatório dos testes realizados pela ENVIRON dão a certeza ao reciclador que sua saúde está assegurada, sob o ponto de vista de salubridade quando do manuseio de cartuchos de toner se der com a ESTAÇÃO DE TONER da Paraí.





