Perguntas Freqüentes

Laser e jato de tinta: mercado de impressoras continua em expansão

Setor acompanha a boa fase da indústria de PCs e registra crescimento pelo segundo ano consecutivo, com alta de 27% em 2007.

Os balanços iniciais do comportamento do mercado nacional de Tecnologia da Informação no ano passado mostram que o segmento de impressoras novamente cresceu,porém com menores taxas. “Tudo indica que a previsão de quatro milhões de unidades se concretizou”, afirma o analista do mercado de impressão da IDC, Luciano Crippa.

Outra análise, feita pelo Gartner, aponta um resultado mais otimista, com os brasileiros – principalmente usuários finais e a pequena e média empresa (PME) – tendo sido responsáveis pela compra de quase um milhão de impressoras nos últimos 12 meses, totalizando 4,326 milhões de unidades – um crescimento de pouco mais de 27% sobre as 3,4 milhões de impressoras registradas em 2006.

Quem busca os motivos desse bom desempenho precisa olhar para o aquecimento da venda de computadores e o natural estímulo que tal mercado acarreta ao comércio de determinados tipos de periféricos, como monitores e impressoras. “As facilidades de compra no varejo e a queda no preço também impulsionaram as vendas”, avalia o especialista de produtos de imagem e impressão da Canon, Roberto Sandrini.

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 Segundo Crippa, da IDC, os equipamentos ficaram até 50% mais baratos. Reynaldo Smith de Vasconsellos, gerente executivo da divisão de impressoras da Samsung, confirma este avanço. “No canal e no varejo registramos um crescimento de 62%, e o mais significativo, tivemos crescimento nos serviços de manutenção”, comemora o gerente.

Não é de hoje que as impressoras multifuncionais a jato de tinta e os modelos a laser disputam acirradamente a preferência do usuário doméstico (por conta do preço mais baixo) e das pequenas e médias empresas (pela versatilidade e desempenho). Mas ainda não está claro se uma determinada tecnologia tende a se impor sobre a outra, e nem os fabricantes dão pistas de compreender claramente esse movimento.

As vendas totais de impressoras a jato de tinta no Brasil, segundo a IDC, cresceram 12,5%. Mas é preciso destrinchar esse número para compreender melhor o que o mercado está consumindo. Enquanto o segmento de multifuncionais com tal tecnologia registrou alta de 27% no ano passado, a venda de modelos single function encolheu 10%.

Para o diretor de marketing da HP, César Ramacciotti, esta queda não significa que os modelos de função única vão se tornar obsoletos. “Embora as multifuncionais estejam proliferando, a tendência é que, em aproximadamente dois anos, registremos um ponto de equilíbrio com as impressoras convencionais”, ele prevê.

Laser ou jato de tinta?

A queda no preço das impressoras com tecnologia laser aproximou muito estes equipamentos dos modelos a jato de tinta. A conseqüência natural disso é tentar identificar qual a tecnologia mais adequada para sua necessidade.

A velocidade de impressão dos modelos a jato de tinta permite desempenho satisfatório para a maior parte das necessidades corriqueiras desses usuários. Tal constatação leva a discussão para outro ponto: como analisar a relação entre custo e benefício?

“Por que vale mais a pena investir em uma impressora a laser? Simples: o preço por página é muito mais barato. Um cartucho custa o mesmo que um toner mas, em vez de imprimir 300 páginas, ele imprime três mil”, argumenta o diretor de marketing de produtos para escritório da Xerox, Juliano Martins. A Xerox, que só trabalha com equipamentos a laser, registrou crescimento de “três dígitos”, segundo Martins, no segmento monocromático, e de 300% no colorido.

Vasconsellos, da Samsung, também acredita nos modelos a laser: “As pequenas empresas, por exemplo, estão começando a entender que, apesar do custo inicial de uma impressora a laser, os benefícios já se notam a partir da primeira troca de toner”.

Ramacciotti, da HP, desenha um cenário diferente. Segundo ele, os modelos a jato de tinta continuam firmes no mercado e são adequados a diversos tipos de usuário. “A melhor impressora depende da sua necessidade. O mais importante é oferecer o modelo ideal dentro do que você precisa; e nem sempre a melhor opção é a laser”, justifica.

Sandrini, da Canon, concorda: “Algumas impressoras que utilizam apenas dois cartuchos de tinta (um preto e um colorido) são ótimas para quem tem filhos na escola ou não imprime grandes volumes com tanta freqüência”. O diretor da HP tem ainda uma explicação para o bom desempenho das impressoras laser: “O crescimento é expressivo porque a base instalada desses equipamentos ainda é pequena”, analisa Ramacciotti.

Perspectivas
Em 2008, o mercado terá que lidar com incertezas em relação à parte fiscal, como o aumento do ICMS e a diminuição dos investimentos do governo em informática. Mesmo assim, a expectativa é otimista.

A previsão do Gartner é de que sejam vendidas mais de cinco milhões de máquinas e a IDC espera que o crescimento se mantenha acima dos dois dígitos, embora seja um pouco menor que o de 2007.

A competição entre laser e jato de tinta deve se intensificar. “2008 será o ano da laser no varejo; e queremos a liderança desse mercado, seremos o provedor dessa tecnologia”, garante Martins, da Xerox.

O objetivo da Samsung é colocar as impressoras a laser na mesa das pequenas e médias empresas e a HP pretende focar os investimentos em jato de tinta com menor custo por página e multifuncionais para PME. Segundo Sandrini, da Canon, a empresa quer aumentar o volume de unidades vendidas e sua participação no mercado para 18%.

Por Daniela González, repórter da PC WORLD

06-02-2008

 

 

 

Venda de impressoras cresce mais de 23% no primeiro trimestre de 2007

São Paulo - Foram vendidos quase 900 mil equipamentos, segundo a IDC. A expectativa é que este ano o mercado cresça 16% sobre 2006.

O número de impressoras vendidas no primeiro trimestre de 2007 aumentou 23,3% em relação ao mesmo período de 2006, segundo o estudo Brazil Quarterly Hardcopy Peripherals Tracker, da consultoria IDC. Foram comercializados quase 900 mil equipamentos.

Houve equilíbrio na venda de impressoras a laser e jato de tinta. A primeira cresceu 23,6% e a segunda, 23,8%. A consultoria espera que, até o fim de 2007, quatro milhões de impressoras sejam vendidas, levando o setor a crescer 16% sobre 2006.

Um dos fatores que levaram ao aumento de compras de impressoras foi a queda de valor dos equipamentos, analisou o estudo. A IDC acredita também que a facilidade de pagamento oferecida pelo varejo colabora com o aumento dos números.

Além disso, o mercado corporativo passou a investir mais em impressoras e novos contratos foram fechados para terceirizar impressões.

O analista Luciano Crippa aponta que, devido ao custo mais baixo, o usuário doméstico prefere as multifuncionais a jato de tinta. Este ano, modelos multifuncionais a laser foram inseridos no varejo, também com preços menores.

Por Redação do IDG Now!

Vazamento de Tinta!

O vazamento é ocasionado pela instabilidade do fluxo de tinta na cabeça de impressão, todos os cartuchos ink jet, sejam pretos ou coloridos, devem ter este fluxo estabilizado, garantindo o seu perfeito funcionamento.

Sempre que um cartucho for reciclado, o mesmo deve ser submetido à pressurização da cabeça ou recipiente, evitando problemas como falhas de impressão por excesso de tinta e vazamentos.

Recarga ou Reciclagem?

Muitos não sabem a diferença entre os dois termos ou processos, mas se interpretado da forma correta, garante uma diferença gritante nos resultados.

A recarga é o simples ato de recarregar o cartucho, um processo simples que consiste em apenas recolocar a tinta dentro do recipiente, sem uma pré-avaliação, seleção de insumos, padronização de processo e muitas vezes de forma precária, ocasionando uma má qualidade de impressão, vazamentos, retornos em garantia e insatisfação dos clientes consumidores finais.

Já a Reciclagem ou Remanufatura, são processos completos, dotados de uma tecnologia e vários fatores que quando somados, garantem resultados superiores, maiores índices de aproveitamento de cartuchos, menores percentuais de retornos em garantia e uma qualidade de impressão idêntica ao original. A reciclagem a vácuo, é o processo mais indicado para quem quer começar certo, fazendo o diferencial e garantindo um futuro promissor.

Por que a impressão do Toner sai com chuviscados?

Isso ocorre por que a película retentora (Recovery blade) de toner que está de frente para a lamina de limpeza está amassada. Para corrigir este problema, deve ser desamassar amesma ou trocá-la por uma nova.

Por que a impressão do HP 2600 está desalinhada?

Isso ocorre devido à falta de calibração dos cartuchos na impressora, carcaças danificadas, molas de pressão danificadas, falta de ajustes nos lasers ou a impressora está com defeito e não consegue calibrar corretamente.

Reciclei um cartucho de Toner HP e a impressão está apresentando fundo cinza.

Este é o sinal que o cilindro de limpeza (PCR) está com problema ou sujo. Deve-se limpá-lo e se for o caso trocá-lo por um novo. É preciso limpar todos os contatos elétricos do cartucho, presilha do PCR e contatos do magnético.

Para que serve o Pó kinar?

O pó Kinar é um lubrificante de cilindro para cartuchos que contem lamina de limpeza com borracha grossa e lisa o que ocorre com a maioria dos modelos. A aplicação é feita entre a lamina e o cilindro de impressão, junto à película retentora.

Quais as vantagens que tenho utilizando o Kit Fractal?

Além de garantir cartuchos com um maior rendimento de impressão, (o que já é um grande diferencial de mercado), você passa a ter um procedimento de reciclagem mais completo, garantindo produtos de maior qualidade e um menor percentual de perdas, devido aos procedimentos de limpeza que podem ser adotados junto ao processo Fractal.

Cartuchos com até 6X mais tinta?

Sim, com o Kit Fractal, você pode preparar os cartuchos HP 21A, 27A, 56A, 92 e 98 para receberem 30ml de tinta, o que representa até 6X mais tinta que o original, garantindo um grande diferencial de mercado.